Quotes By True At First Light: A Fictional Memoir

“Something, or something awful or something wonderful was certain to happen on every day in this part of Africa.”


“There is no such word as love. Just as there is no word for sorry.”


“You know. Don’t pretend you don’t know.”


“[...] and Mary with her wonderful memory for forgetting was happy too and without any problems. She could forget in the loveliest and most complete way of anyone I ever knew. She could carry a fight overnight but at the end of week she could forget it completely and truly. She had a built-in selective memory and it was not built entirely in her favor. She forgave herself in her memory and she forgave you too. She was a very strange girl and I loved her very much.”


“There are always mystical countries that are a part of one's childhood. Those we remember and visit sometimes when we are asleep and dreaming. They are as lovely at night as they were when we were children. If you ever go back to see them they are not there. But they are as fine in the night as they ever were if you have the luck to dream of them.”


“Pray for anything you like, if it is for the good of us all.

-I pray for beer, for meat and for a new wife with hard hands. You can share the wife.”


“Aproximávamo-nos agora da floresta enquanto a estrada ia descrevendo uma volta quando demos pelas pegadas de um homem. Depois de outro homem que trazia botas. As marcas mostravam ligeiros sinais de chuva e parámos o carro para ver melhor a pé.
- Tu e eu – disse a Ngui.
- Sim – disse ele com um sorriso – Um deles tem pés grandes e caminha como se estivesse cansado.
- Um está descalço e anda como se a espingarda fosse pesada demais para ele. Pára o carro – disse a Mthuka. Descemos.
- Olha – disse Ngui. – Um anda como se fosse muito velho e mal pudesse ver. O que está calçado.
- Olha – disse eu – O que está descalço anda como quem tem cinco mulheres e vinte vacas. Gastou uma fortuna em cerveja.
- Não vão chegar a lado nenhum – disse Ngui – Olha, o que vai calçado anda como se fosse morrer de um momento para o outro. Vai a cambalear com o peso da espingarda.
- Que achas que andam a fazer por estes lados?
- Como é que hei-de saber? Olha, o dos sapatos agora está mais forte.
- Está a pensar na shamba – disse Ngui.
- Kwenda na shamba.
- Ndio – confirmou Ngui – Que idade dás tu ao mais velho, o dos sapatos?
- Não tens nada com isso – disse eu. Dirigimo-nos para o carro e quando ele se aproximou subimos e eu indiquei a Mthuka a orla da floresta. O condutor ria-se e abanava a cabeça.
- Que é que andavam os dois ali a fazer a seguir as vossas pegadas? – disse Miss Mary – Já sei que era muito engraçado porque todos se estavam a rir. Mas pareceu-me bastante parvo”


“Há sempre países mágicos que fazem parte da nossa infância. Os que nos vêm à memória e que visitamos quando dormimos e sonhamos. São tão maravilhosos à noite como quando eramos crianças. Se alguma vez voltamos para os ver, desvanecem-se. Mas à noite não perdem nada da antiga beleza se tivermos a sorte de sonhar com eles”